09 – LIVRO – NA PRÓPRIA CARNE

Fala gente linda! Desculpe a demora pra escrever, tava atoladão no trabalho o que me fazia ter falta de disposição – preguiça do caralho – de terminar de ler o livro que esteava lendo, pra depois que terminasse de ler o livro que estava lendo fizesse um post.

Desculpas esfarrapadas a parte, o assunto de hoje é: tradicionais comportamentos doentios americanos. Aquele monte de coisa inacreditável que a gente vê em filme, que não consegue entender como uma pessoa é capaz de fazer uma coisa dessas, mas “aceitamos” por ter uma explicação patológica por algum psiquiatra qualquer. Então vamo logo “quessa” porra, que hoje é Domingo de Páscoa e tão me esperando pro almoço!

Bom, como disse na introdução, o livro NA PRÓPRIA CARNE trata de alguns tipos de doenças psicológicas que só existem nos Estados Unidos… hehehe, não sei se é só lá, mas é mais comum os casos que vemos por aí terem destaque lá.

Sobre a personagem principal: Camille é uma jornalista de quinta num tabloide de Chicago que há muito tempo não vê uma matéria decente ou um furo de reportagem digno de reconhecimento nacional. É chegada numa caninha, o que a faz cair sempre num ciclo vicioso, pois não consegue se superar no trabalho, e enche a cara por causa disso, em consequência fica triste por sua fraqueza e não consegue trabalhar direito, e bebe porque não consegue trabalhar direito. E assim vamos indo.

Seu chefe, Curry, sabe de suas limitações e de seu vício, inclusive já a tirou do fundo do poço, mas acredita muito em seu trabalho e está sempre a forçando para que que haja uma evolução em sua escrita.

Continuando…

Um desaparecimento de uma garotinha aconteceu numa cidadezinha chamada Wind Gap,  sul do país, próximo a Missouri, há alguns meses antes uma garotinha foi encontrada morta jogada em qualquer canto, suspeita-se que seja trabalho de um serial killer.

Curry vê com isso uma oportunidade de destaque para seu jornaleco, como já aconteceu com outro jornal da cidade tempos antes, com uma matéria sensacionalista. Além disso, coincidentemente, Camille nasceu e cresceu nessa cidadezinha de merda, então Curry vê aí, além de uma vantagem em seu furo de reportagem, uma chance da garota rever sua família e talvez consertar sua vida.

Alguns dias depois, a bebadinha está sentada no seu carro, rumando lá pra casa do caralho, estilo “de volta pra minha terra com o Gugu”. Na primeira noite dorme num hotelzinho de beira de estrada próximo aos limites da cidade, para somente no dia seguinte, após um dia inteiro de investigação e questionamentos e todo o trabalho de jornalista, chegar à casa de sua mãe.

Vamos adiantar um pouco, segue abaixo uma linha do tempo resumida (ler de forma mais rápida para obter efeito de tempo passando rápido):

>>>>Chegada na casa da mae>> dia seguinte encontram corpo da garota morta estrangulada num corredor estreito entre duas lojas no centro da cidade, sem dentes na boca, assim como a primeira garota meses antes >> oh meu Deus, garota morta, socooooooorroooo!!!!>>mais investigações, flertes e sexos com o investigador da polícia>> stress da porra na casa de sua família >> mãe vadia filha da puta, irmã biscatinha>>sexo com um dos principais suspeitos do assassinato>>mais stress em casa >>descoberta do assassino>>volta pra casa>> reviravolta na história>>fim!

Um momento pra eu recuperar o fôlego!

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Pronto!

Então, como já deu pra perceber, esse é um livro de suspense, e apesar demeio parado, é muito bom, sem contar a reviravolta de eventos no prólogo do livro.

Fora isso, a família de Camille é toda estranha e descontrolada, incluindo ela própria. Em alguns aspectos, senti no livro uns toques de Twin Peaks, lembra? “quem matou Laura Palmer?”.

Outra coisa que vocês devem estar se perguntando é: que porra é essa de gilete e porco na vitrine do post??? Sim, Camille é meio doente da cabeça (além de bêbada) e gosta de se cortar, e a família de Camille é dona do matadouro de porcos e frigorífico que emprega praticamente a cidade toda.

Talvez esses dois fatos tenham ligação um com o outro, talvez não…. num sei, leiam o livro pra saber.

Já sabe né? Deixa aí seu comentário, ou não. Até mais!

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